Quando eu me proponho a ver um filme de terror, eu penso sempre na minha infância de Sexta-Feira 13. Eu tinha medo até de ir ao banheiro depois do filme. Com certeza, se eu visse “Terror em Silent Hill” (Silent Hill, 2006) há 15 anos atrás, eu teria ficado sem dormir 3 dias.
Confesso que tive de fechar meus olhos alguns segundos (isso na cena péssima do cadáver no banheiro. Por que será que contorcionismo assusta tanto?), mas não passou disso.
Assim que aquela faca de açougueiro começou a crescer, a minha vontade era de deixar a sala de cinema. Foi a primeira vez que eu tive a real vontade de sair do cinema antes do filme terminar. Nem em Anaconda 2 (sim, eu vi Anaconda 2 no cinema) eu tive tanta pena do meu dinheiro.
O filme, segundo consta nos autos, foi tirado de um game. Depois da febre dos games de horror iniciado por Resident Evil, começaram a surgir no mercado os que contavam histórias horripilantes de cidades abandonadas, mortos vivos e crianças perdidas.
O primeiro pecado do filme é a heroína secundária. Machona, cabelo curto, loira e policial (Laurie Holden está mesmo decadente). Que fissura é essa que os americanos têm com policiais heróis? Eu, hein? Ninguém aí viu “Crash” não, meu Deus do céu. Enfim... Achei mesmo que ela fosse ter um caso com a Rose da Silva (aliás, qual a explicação para este sobrenome???). Pelo menos era o único apelo sexual que o filme tinha, já que a policial não era nada feminina, nada cativante. E ainda tinha que morrer no final.
Para fazer um filme baseado em um game, o mínimo que você espera são efeitos especiais interessantes. Nada disso. A Laurie Holden, na fogueira, parecia uma boneca de plástico queimando. Seu irmão já botou fogo em alguma boneca sua e você ficou lá observando, chorando, querendo que ela voltasse ao normal? Pois é, é esta mesma imagem que você verá quando a policial for queimada na fogueira.
Sem contar que a atuação de todo o elenco foi ruim. Sinal de que Christophe Gans não vale a pena.
A questão é a seguinte: se é pra levar às telas de cinema um video-game, que seja bem feito como Tomb Raider. Que seja inovador como Sin City (que originalmente é história em quadrinhos, mas enfim...) Que seja bem elaborado como o primeiro Resident Evil. O espectador não engole mais qualquer coisa, não. E isso se reflete na bilheteria.A sensação que eu tive foi a mesma que tive em “A Vila”: o filme não tem plot principal, não tem razão de existir. A questão principal (procurar um sentido para os pesadelos da filha) não convence.
Confesso que tive de fechar meus olhos alguns segundos (isso na cena péssima do cadáver no banheiro. Por que será que contorcionismo assusta tanto?), mas não passou disso.
Assim que aquela faca de açougueiro começou a crescer, a minha vontade era de deixar a sala de cinema. Foi a primeira vez que eu tive a real vontade de sair do cinema antes do filme terminar. Nem em Anaconda 2 (sim, eu vi Anaconda 2 no cinema) eu tive tanta pena do meu dinheiro.
O filme, segundo consta nos autos, foi tirado de um game. Depois da febre dos games de horror iniciado por Resident Evil, começaram a surgir no mercado os que contavam histórias horripilantes de cidades abandonadas, mortos vivos e crianças perdidas.
O primeiro pecado do filme é a heroína secundária. Machona, cabelo curto, loira e policial (Laurie Holden está mesmo decadente). Que fissura é essa que os americanos têm com policiais heróis? Eu, hein? Ninguém aí viu “Crash” não, meu Deus do céu. Enfim... Achei mesmo que ela fosse ter um caso com a Rose da Silva (aliás, qual a explicação para este sobrenome???). Pelo menos era o único apelo sexual que o filme tinha, já que a policial não era nada feminina, nada cativante. E ainda tinha que morrer no final.
Para fazer um filme baseado em um game, o mínimo que você espera são efeitos especiais interessantes. Nada disso. A Laurie Holden, na fogueira, parecia uma boneca de plástico queimando. Seu irmão já botou fogo em alguma boneca sua e você ficou lá observando, chorando, querendo que ela voltasse ao normal? Pois é, é esta mesma imagem que você verá quando a policial for queimada na fogueira.
Sem contar que a atuação de todo o elenco foi ruim. Sinal de que Christophe Gans não vale a pena.
A questão é a seguinte: se é pra levar às telas de cinema um video-game, que seja bem feito como Tomb Raider. Que seja inovador como Sin City (que originalmente é história em quadrinhos, mas enfim...) Que seja bem elaborado como o primeiro Resident Evil. O espectador não engole mais qualquer coisa, não. E isso se reflete na bilheteria.A sensação que eu tive foi a mesma que tive em “A Vila”: o filme não tem plot principal, não tem razão de existir. A questão principal (procurar um sentido para os pesadelos da filha) não convence.
(“Silent Hill”, 2006, Christophe Gans)
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